A GRAÇA DE UM PAI AMOROSO




Lucas 15. 24
“Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se”.

                        Esta parábola foi escrita num contexto em que os pecadores e os publicanos se aproximavam de Cristo para ouvi-lo. Em contrapartida os fariseus e os escribas O questionavam, dizendo, como Jesus poderia recebê-los e comer com tais pessoas?
                        Cristo lhes propôs algumas parábolas: a parábola da ovelha perdida, a parábola da dracma perdida e a parábola do filho pródigo, que iremos tratar neste artigo.

A VERDADE SOBRE O "TUDO POSSO"





Filipenses 4.13
(Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece)


Muitos pastores e pregadores fazem uma interpretação equivocada quanto a este texto, tentando, de forma incorreta, nos mostrar que podemos tudo em Cristo, retirando do contexto este versículo. Fazendo isso de maneira egocêntrica, antropocêntrica e materialista, principalmente aqueles que pregam e fazem uso da teologia da prosperidade e da confissão positiva, num sincretismo religioso absurdo.

HITÓRIA DA IGREJA




Conhecer a história da igreja é de fundamental importância para o Cristão. Com este intuito, ensiná-la, disponibilizamos essas aulas, que foram postadas inicialmente no excelente site Bom Caminho. É um investimento de tempo que você não se arrependerá!

O PAI PRÓDIGO


Em geral, quando falamos de pródigo, associamos rapidamente a palavra à ideia daquele que retorna para casa. Os juristas, por outro lado, nos lembram do sentido original da palavra – aquele que gasta de maneira irresponsável ou, num sentido mais positivo, generosamente.


Tim Keller ouviu algumas reclamações ao divulgar seu livro, O Deus Pródigo. Dizia-se que era uma blasfêmia falar que o Senhor age de maneira irresponsável. Porém, não foi isso que o pastor presbiteriano quis dizer. Keller observou que, na parábola do Filho Pródigo, aquele que mais abriu mão de seus bens não foi o filho que saiu de casa, mas o pai.

O ESPINHO DE PAULO




E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. 2Co 12:7

Na tentativa de identificar o que seja este espinho na carne do apóstolo Paulo, vale a máxima de Lutero: o que as escrituras não afirmam com clareza, não devemos afirmar com certeza. Seguindo este conselho, o que segue são apenas conjecturas e opinião mais ou menos embasadas.
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